Poesia · Estuário do Tejo · Portugal
Sentimentos cantados, Versos encantados
Flamingos do Rio escreve em papel a voz da poesia de Constantino Portelinha Menino. Neste livro, transcreve-se o imagético mundo de um Flamingo que habita entre as lezírias, as salinas e o seu rio Tejo.
Fala-nos sobre a recusa — recusa do fingimento, do aplauso fácil, do teatro social onde tudo se vende e quase nada se vive. Sobre o amor e paixão. Sobre nós e sobre o nosso eu interior.
O rio surge como metáfora central: fluxo da vida, passagem irreversível, espaço onde os flamingos — figuras de estranheza e beleza deslocada — permanecem em equilíbrio instável, elegantes e vulneráveis, sobrevivendo à margem da corrente dominante.
Com uma escrita marcada pela cadência, pela rima rigorosa e pela recusa de chavões, Flamingos do Rio constrói um corpo poético denso, crítico e intimista. Um livro para leitores que desconfiam das certezas fáceis.
Bem-vindos ao mundo dos Flamingos.
Vemo-nos entre as páginas deste livro.
«Altamente filosófico e metafórico, é extraordinário o tom suave, simples, e ao mesmo tempo emotivo, que este autor descobre — uma estória de uns pássaros do rio Tejo que afinal somos nós todos. Num ritmo muito próprio que nos obriga a reflectir e a ler devagar. Uma escrita com uma delicadeza e perícia tão subtil que o tornam num "Relojoeiro do tempo e num ourives da escrita". Este livro lê-se como se fossem as camadas da atmosfera ou com a profundidade dos oceanos, com o mistério de várias camadas que se descascam devagar conforme vamos navegando mais fundo.»
Ana Beatriz Gouveia
«Um relato impressionante e minucioso — alguém em demanda na procura da essência da alma. Um livro belo sobre as nossas lutas interiores e a vida da pureza da alma e do carácter.»
Carla Tavares
«Um romance de ideias que se lê como um thriller.»
Sofia Crispim
«Deslumbrante. Um dos melhores livros que li desde há muito tempo.»
Isabel Pereira
«Uma viagem ao interior de cada um de nós. Um livro intenso que nos convida a uma reflexão profunda sobre o que somos e o que queremos da vida.»
Filomena Martins — Leitora
«Um escritor excepcional.»
Daniela Jasmim
«Há poetas que escrevem sobre o rio. Constantino Portelinha Menino é o rio. Em Flamingos do Rio, cada verso flui com a cadência inevitável das águas do Tejo — ora sereno, ora inquieto, sempre verdadeiro. O Ourives do Tejo não escreve por impulso: cinzela, pesa, escolhe. Cada palavra é colocada como quem coloca uma pedra preciosa numa moldura de ouro. A sua poesia recusa o ornamento fácil e o sentimento de gaveta — prefere a rima que surpreende, a metáfora que dói um pouco antes de consolar. Os flamingos que habitam estas páginas não são apenas aves — são espelhos de uma alma que sobrevive à margem do mundo comum, elegante e vulnerável, exactamente como a boa poesia deve ser.»
Alexandre Monteiro da Costa — Leitor
O Ourives do Tejo
Natural de Alcochete e residente no Montijo, Constantino Portelinha Menino habita o território que inspira a sua obra — o estuário do Tejo, as salinas, o Mar da Palha, as lezírias de Pancas.
Filho de retornados, encontra na migração e no regresso dos flamingos um espelho da sua própria história familiar e da identidade portuguesa. Escritor, pintor e escultor, com um longo percurso na imprensa escrita e no marketing, é também um apaixonado pela natureza e pelo rio Tejo.
As ilustrações a aguarela que acompanham os seus livros são da sua autoria, tornando cada obra uma criação total onde a palavra e a imagem nascem da mesma mão e da mesma alma.
Todas as ilustrações são aguarelas originais do autor · Em breve disponíveis para aquisição
Bote Leão ao Pôr do Sol
Bote Leão do Tejo
Tejo / Alcochete
Moinho de Alcochete
Marcador · Bote ao Pôr do Sol
Praça de Alcochete
Rua de Alcochete
Alfama, Lisboa
Montijo
Cais do Montijo
Barcos Típicos
Folha de rosto
Capa e Lombada
Contracapa
Orelha do autor e página de rosto
O autor trabalha actualmente numa obra de maior fôlego — uma epopeia mitológica ambientada no mesmo território, onde o estuário do Tejo e os seus flamingos ganham dimensões de lenda.
A Lenda do Flamingo Flamejante
Em Escrita · BrevementeO lançamento de Flamingos do Rio é concebido como um verdadeiro acontecimento cultural — com leitura de poemas, música ao vivo com cantores e músicos inspirados nos versos do livro, e exposição das aguarelas originais do autor. Três cerimónias estão previstas: em Alcochete, no Montijo, e numa edição exclusiva no rio Tejo.
O livro
Leitura de poemas com música ao vivo
Exposição de aguarelas originais
Interior do livro